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      Em ensaio, a jornalista Alice Fishburn comenta sua decisão de consagrar um ano _____ leitura exclusiva de mulheres. A sua iniciativa ganhou corpo _____ partir da observação do sistema de pontuação que seu irmão mais novo havia criado para se motivar _____ ler mulheres e outras minorias.

      Segundo a autora, as regras do irmão funcionavam da seguinte forma: “Pela leitura de uma mulher, ele receberia um ponto. Por cada escritor vivo, outro ponto. Se a mulher estivesse viva, ele receberia dois pontos, enquanto a leitura de um autor falecido lhe custaria igual pontuação. Seu objetivo era conseguir manter um total acumulado de zero ou superar essa pontuação. Mas, para isso, ele sentia dificuldades”.

      Impressionada com tamanha disciplina, Fishburn, que se define feminista, viu-se obrigada _____ confrontar a precariedade das suas próprias estantes, questionando quão difícil seria, em nossa época, ter notícias do trabalho de escritoras antigas e contemporâneas.

      Ela surpreendeu-se ao constatar que, apesar de todo o seu feminismo, a sua lista de leituras do ano anterior resumia-se _____ títulos de “literatura vitoriana e testosterona”.

(Disponível em:https://www1.folha.uol.com.br/colunas/juliana-de-albuquerque/2019/03/por-que-ler-mulheres.shtml, acesso em 13, mar. 2019.) 


Sobre o texto, é correto afirmar que a jornalista:
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      Em ensaio, a jornalista Alice Fishburn comenta sua decisão de consagrar um ano _____ leitura exclusiva de mulheres. A sua iniciativa ganhou corpo _____ partir da observação do sistema de pontuação que seu irmão mais novo havia criado para se motivar _____ ler mulheres e outras minorias.

      Segundo a autora, as regras do irmão funcionavam da seguinte forma: “Pela leitura de uma mulher, ele receberia um ponto. Por cada escritor vivo, outro ponto. Se a mulher estivesse viva, ele receberia dois pontos, enquanto a leitura de um autor falecido lhe custaria igual pontuação. Seu objetivo era conseguir manter um total acumulado de zero ou superar essa pontuação. Mas, para isso, ele sentia dificuldades”.

      Impressionada com tamanha disciplina, Fishburn, que se define feminista, viu-se obrigada _____ confrontar a precariedade das suas próprias estantes, questionando quão difícil seria, em nossa época, ter notícias do trabalho de escritoras antigas e contemporâneas.

      Ela surpreendeu-se ao constatar que, apesar de todo o seu feminismo, a sua lista de leituras do ano anterior resumia-se _____ títulos de “literatura vitoriana e testosterona”.

(Disponível em:https://www1.folha.uol.com.br/colunas/juliana-de-albuquerque/2019/03/por-que-ler-mulheres.shtml, acesso em 13, mar. 2019.) 


A sentença destacada no último parágrafo estabelece com a informação anterior uma relação de:
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A coluna da esquerda apresenta algumas perguntas uma entrevista dada pela diretora da Nielsen Neuro para a Revista Época. Numere a coluna da direita, relacionando as respostas com as respectivas perguntas.


1. As redes sociais aumentaram o sofrimento das pessoas?

2. E como se vive neste mundo, no qual nosso sistema nervoso não evoluiu?

3. Chegaremos a um equilíbrio entre evolução da espécie e da tecnologia?


( ) Precisaremos de décadas. Nossa sociedade não sabe lidar com a tecnologia disponível. Hoje já vejo pessoas saindo de redes sociais para ter mais qualidade na vida.

( ) Em alguns aspectos, sim. Tudo depende do uso e da faixa etária. A má notícia é a seguinte: o cérebro que temos evoluiu no meio do mato, sem geladeira, supermercado ou smartphone. Ele não está acostumado a lidar com esse monte de opções. Lá atrás, seu cérebro não tinha de lidar com a incerteza sobre a reação de outra pessoa quando se fala alguma coisa no mundo virtual.

( ) Se você é uma criança, ou um adolescente, não deveria ter acesso a tudo o que o mundo virtual oferece. Não tem cabimento uma criança levar smartphone para a escola. Hoje o bullying vai com a criança para casa porque o WhatsApp vai para casa. Já um adulto deveria saber gastar o tempo físico sem deixar que o mundo virtual diminua a qualidade desse tempo.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.

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     Com facas e panelas, supermercados expandem troca de selinho por prêmio


     As campanhas de fidelização de clientes com troca de selinhos por prêmios em supermercados viraram febre e devem avançar neste ano para além das panelas e facas.

     Uma das maiores empresas nesse segmento, a BrandLoyalty, que tem entre seus clientes o Pão de Açúcar e o Extra, calcula ter movimentado 760 milhões de selos, trocados por cerca de 8 milhões de produtos como facas, panelas e outros.

      De origem holandesa, a BrandLoyalty afirma que já tem o Brasil como seu quinto mercado de maior faturamento atualmente e que, neste mês, Pão de Açúcar, Extra e Muffato abrem novas temporadas de prêmios.

      Nos cerca de 60 países em que desenvolve suas campanhas, a BrandLoyalty já fez programas semelhantes, distribuindo bichinhos de pelúcia, álbuns de figurinhas, panelas e refratários.

      Segundo a empresa, o Pão de Açúcar distribuiu no ano passado mais de 800 mil panelas Fontignac, que foram trocadas por mais de 90 milhões de selos. O Extra, cuja campanha ofereceu facas da marca Royal VKB, movimentou mais de 260 milhões de selinhos e distribuiu mais de 2 milhões de produtos.

      A estratégia está em selecionar produtos que se tornem desejados pelo público-alvo ao longo de, em média, 18 semanas de compras. E é preciso fazer gestão de segurança. Os selinhos adesivos são impressos no exterior e numerados individualmente para evitar fraudes, com sistema de rastreamento do código de cada uma das unidades.

(Disponível em: . Acesso em: 25 mar. 2019) 


Com base no texto, considere as seguintes afirmativas:


1. Os clientes dos supermercados recebem os selos de acordo com as compras que realizam.

2. Pão de Açúcar, Extra e Muffato vão expandir a troca de selos por prêmios em cerca de 60 países.

3. As campanhas com troca de selinhos por prêmios têm o objetivo de promover a venda de facas e panelas.


Está/Estão de acordo com o texto a(s) afirmativa(s):

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     Com facas e panelas, supermercados expandem troca de selinho por prêmio


     As campanhas de fidelização de clientes com troca de selinhos por prêmios em supermercados viraram febre e devem avançar neste ano para além das panelas e facas.

     Uma das maiores empresas nesse segmento, a BrandLoyalty, que tem entre seus clientes o Pão de Açúcar e o Extra, calcula ter movimentado 760 milhões de selos, trocados por cerca de 8 milhões de produtos como facas, panelas e outros.

      De origem holandesa, a BrandLoyalty afirma que já tem o Brasil como seu quinto mercado de maior faturamento atualmente e que, neste mês, Pão de Açúcar, Extra e Muffato abrem novas temporadas de prêmios.

      Nos cerca de 60 países em que desenvolve suas campanhas, a BrandLoyalty já fez programas semelhantes, distribuindo bichinhos de pelúcia, álbuns de figurinhas, panelas e refratários.

      Segundo a empresa, o Pão de Açúcar distribuiu no ano passado mais de 800 mil panelas Fontignac, que foram trocadas por mais de 90 milhões de selos. O Extra, cuja campanha ofereceu facas da marca Royal VKB, movimentou mais de 260 milhões de selinhos e distribuiu mais de 2 milhões de produtos.

      A estratégia está em selecionar produtos que se tornem desejados pelo público-alvo ao longo de, em média, 18 semanas de compras. E é preciso fazer gestão de segurança. Os selinhos adesivos são impressos no exterior e numerados individualmente para evitar fraudes, com sistema de rastreamento do código de cada uma das unidades.

(Disponível em: . Acesso em: 25 mar. 2019) 


Os selos utilizados nas campanhas de fidelização são fornecidos às empresas por:
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