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                  Como a tecnologia ameaça a democracia


      “Foi mal, desculpa aí.” Mais ou menos assim, Mark Zuckerberg tentou explicar ao Congresso norte-americano o uso ilegal dos dados de 87 milhões de usuários do Facebook pela empresa de marketing político Cambridge Analytica (CA). Não convenceu ninguém. Foi, até agora, o momento mais dramático de uma batalha que se tornará mais intensa. A disputa latente entre política e tecnologia se tornou explícita. Da utopia digital do Vale do Silício, emergiu a realidade dos monopólios corporativos, da manipulação política e do tribalismo antidemocrático. O resultado do choque com as instituições é incerto. “Nos próximos anos, ou a tecnologia destruirá a democracia e a ordem social ou a política imprimirá sua autoridade sobre o mundo digital”, escreve o jornalista britânico Jamie Bartlett no recém-lançado The people vs. Tech (O povo contra a tecnologia).

                 (Hélio Gurovitz. https://epoca.globo.com. 14.04.2018. Adaptado)


Assinale a alternativa em que as palavras mal e mau estão corretamente empregadas no contexto
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Assinale a alternativa em que as palavras MAL e MAU estão aplicadas corretamente.

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Assinale a opção em que a frase está corretamente escrita de acordo com a norma culta.

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Texto I

O Brasil além das 200 milhas

Para além das 200 milhas de mar, a partir da costa, ainda

existe Brasil. Transformados em verdadeiros laboratórios a

céu aberto, o Arquipélago de São Pedro e São Paulo, no

Nordeste, e as ilhas de Trindade e Martim Vaz, no Sudeste,

garantem a soberania do país a mais de mil quilômetros do

continente. A ocupação permanente desses pequeninos

territórios é estratégica, sobretudo em tempos de pré–sal:

ela amplia a área de exploração de petróleo, gás, minérios,

biodiversidade e pesca. É a presença de cientistas e

militares nessas ilhas que demarca o que o governo chama de

Amazônia Azul, uma área vasta como a da Amazônia em terra.

A primeira marca dessa área é o Arquipélago de São Pedro e

São Paulo, distante 1010 quilômetros do litoral do Rio

Grande do Norte. Há pouca terra e ela é inóspita. Uma

montanha submarina colossal, que aflora de uma profundidade

de 4000 metros, na forma de dez rochedos com menos de 20

metros de altura. Sem praia, vegetação, água doce, nenhuma

sombra e ameaçado por terremotos e alagamentos por vagas

gigantes, o arquipélago é rico em fauna: funciona como

refúgio e área de reprodução de aves e dezenas de espécies

marinhas.

A segunda marca é a ilha de Trindade, a 1167 quilômetros

de Vitória, no Espírito Santo. A ilha é, na verdade, a

extremidade oriental de uma cadeia de montanhas submersa que

a liga ao continente e eleva–se a 5,5 mil metros do fundo do

mar. [ ...}

A ocupação permanente de Trindade pela Marinha – o acesso

à ilha é restrito a cientistas e militares – remonta a 1985

com a chegada da primeira guarnição do Posto Oceanográfico

da Ilha de Trindade, criado no ano anterior. A ilha garante

ao país outras 200 milhas de mar ao seu redor desde que

ficou comprovado que é ligada ao continente pelo relevo

submerso.

Com base em novos cálculos da geografia da plataforma

continental, o Brasil pleiteia ainda um acréscimo de 960 mil

quilômetros quadrados à sua ζEE (ζona Econômica Exclusiva).

E não é à toa. Cerca de 95% do nosso comércio exterior são

feitos via marítima, e 87% do petróleo do país são

prospectados no mar, sem falar nas possibilidades de

exploração de outros recursos minerais e da biodiversidade

marinha.[ ...]

Qualquer pedacinho de terra no meio do oceano é duramente

disputado pelas nações. O Reino Unido, por exemplo, disputou

a soberania de Trindade com os portugueses no passado. A

posse de outras ilhotas como Santa Helena e Ascensão, na

costa africana, garantiu aos ingleses, para seguir no mesmo

exemplo, uma base de operações para a Guerra das Malvinas,

em 1982. Cientes dessa importância, as forças armadas

brasileiras ocuparam Trindade durante a Primeira e a Segunda

Guerras, para impedir que se transformasse em base de

operações de outros países.

Antônio Marinho e Roberta Jansen. O Globo. Domingo, 12 de

outubro de 2009. (adaptado)


Assinale a opção em que a frase obedece, plenamente, à modalidade padrão da língua portuguesa.

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Assinale a alternativa gramaticalmente correta.

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